segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Férias em Pelotas: remadinhas até o Arroio Pelotas, pro Umbú e até a Ponta Rasa

Nessas férias de Janeiro, fiz algumas boas remadas com os amigos aqui pela região de Pelotas-RS.

Com os amigos Joel Ramos e Alexandre Goularte, saímos do trapiche e fomos até a boca do Arroio Pelotas... Conseguí registrar no GPS apenas a volta...

Foram 8,1km, num ritmo médio de 6,5km/h.






Com o amigo Lucas Camacho, saímos do trapiche e fomos até o Umbú, registrando a ida e volta:

Foram 13,5km, num ritmo médio de 5,6km/h.














Com o amigo Eduardo Eduardo Branco Kickhöfel, saímos do trapiche e fomos até as areias gordas da Ponta Rasas, registrando também a ida e volta:

Foram 14,9km, num ritmo médio de 6,5km/h.

Foram 16,1km, num ritmo médio de 5,8km/h.

















quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Previsão do tempo: dicas, recursos e interpretação

Foto do amigo Alexandre Goularte, na nossa remada S.O.S. Rio Camaquã.
O temporal veio chegando de mansinho e tomou conta do horizonte. Já passou da hora de sair da água...

A canoagem, ou qualquer outro esporte outdoor, nos torna vulneráveis às mudanças climáticas. Desta forma, conhecer um pouco sobre como essas mudanças ocorrem e também como analisar e trabalhar com algumas ferramentas, nos ajuda a tomar decisões com mais segurança. Nesta postagem vou compartilhar algumas dicas e informações básicas que pesquisei sobre previsão do tempo/clima:

Alta pressão x baixa pressão

A pressão atmosférica é um dos fatores que determinam as condições do tempo. Regiões associadas com alta e baixa pressão do ar são observadas ao redor do globo todos os dias. Na atmosfera, a baixa pressão do ar é associada com a formação de muitas nuvens, com chuva e eventualmente com tempo severo, com tempestades. A alta pressão é identificada como áreas que estão com céu azul ou com poucas nuvens, com menor umidade no ar, com tempo seco, sem chuva.

Os centros de baixa pressão criam um movimento de ar convergente para o seu centro, fazendo com que haja concentração de umidade e de calor. Isto facilita a formação e o crescimento das nuvens.


Já os centros de alta pressão atmosférica geram um movimento de ar divergente, para fora do centro e também subsidente (de cima para baixo) fazendo com que o ar fique mais seco. A alta pressão faz o papel oposto da baixa pressão: seca o ar, diminui a nebulosidade e as condições para chuva.


Umas das formas de sabermos onde predominam altas e baixas pressões é observando a nebulosidade em imagens de satélite. As áreas sob a influência de alta pressão ficam com pouca ou nenhuma nebulosidade. Já as regiões onde há muita nebulosidade são de baixa pressão. Toda frente fria tem uma baixa pressão e uma alta pressão. A massa polar é a alta pressão. A região de muitas nuvens e chuva da frente fria é a baixa pressão.

Pressão barométrica e previsão de chuva

Um barômetro é uma ferramenta altamente utilizada para a mensuração da pressão atmosférica. Isso significa que ele mede o “peso” do ar na atmosfera, no determinado local em que está sendo medido. É um dos sensores básicos utilizados em estações meteorológicas, e um instrumento muito comum na física.

Existem diversos tipos de barômetros, mas dois deles são mais comuns: o barômetro de mercúrio, mais clássico, e o barômetro aneroide. 


O primeiro barômetro de mercúrio foi desenvolvido por Torricelli, na Itália, em 1643. O dispositivo funciona com a pressão atmosférica regulando o nível de mercúrio dentro do tubo.

O funcionamento é razoavelmente simples: a pressão atmosférica resulta em quanto a atmosfera “pesa” sobre o mercúrio que está fora do tubo de vidro. Quando a pressão está maior, ela “empurra” este mercúrio, fazendo com que o tubo de vidro tenha mais volume de mercúrio em seu interior. O contrário também ocorre.

Isso quer dizer que quando o peso do mercúrio é menor do que a pressão atmosféricas, o instrumento equilibra-se, elevando o nível do líquido no tubo. Isso ocorre em função da force exercida sobre a superfície de mercúrio fora do tubo.

Quando o peso do mercúrio é maior do que a pressão atmosférica, seu nível no tubo baixa. Em áreas de baixa pressão atmosférica, a força exercida sobre o mercúrio é mais baixa. Desta forma, o nível de mercúrio baixa.

Esta movimentação pode ser medida diretamente no tubo. Assim, é possível definir nível de pressão atmosférica no local em que o instrumento está com bastante precisão.

Ao nível do mar, a pressão atmosférica é de cerca de 760 milímetros de mercúrio (760 mmHg). Isto é equivalente a 1013,25 milibares ou 101325 Pa.

Através do avanço tecnológico, atualmente, podem-se encontrar barômetros acoplados a relógios digitais esportivos a um custo razoável.


Uma regra é muito importante, anotar diariamente o valor da leitura barométrica sempre no mesmo horário, a partir dai podemos seguir com as seguintes analises:

1. A queda de 1 milibar em um período de 24 horas não tem um grande significado, porém, mantendo essa cadência em até 72 horas pode indicar a chegada de chuva ou ainda uma frente fria com pouca chuva;

2. A queda de 2 ou 3 milibares em 24 horas pode indicar a chegada de chuva nas próximas 24 ou 48 horas, com intensidade de fraca a moderada;

3. De 3 a 5 milibares de queda em 24 horas, indica mudança brusca que pode ser forte, no mesmo dia. Valores mais altos que esses indicam a chegada de sistemas de tempo muito fortes, difíceis de ocorrer no Brasil.

De forma inversa, a elevação da pressão atmosférica indica melhora nas condições do tempo, que ocorrem mais rapidamente dependendo da intensidade desta evolução.


Por que quando a pressão atmosferica cai é indicio de chuva? 
O que um coisa tem a ver com a outra?


Um dos indícios da aproximação de uma tempestade é a queda da pressão atmosférica. Para entendermos o que acontece, é preciso entender o que é pressão atmosférica. Pressão atmosférica é o peso da coluna de ar sobre as nossas cabeças.

O ar se move horizontalmente e verticalmente. É o movimento vertical de ar que forma as nuvens em geral. Nuvens de tempestade são normalmente formadas por convecção: o ar quente sobe devido ao aquecimento da superfície da Terra. O vapor d’água contido nessa parcela de ar que subiu condensa-se, e vai para o estado líquido, que forma as gotículas que compõe as nuvens.

Se essas nuvens continuarem crescendo (com a ascensão de mais parcelas de ar), as gotículas podem passar do estado líquido para o sólido. Em um dia muito quente e úmido, a convecção pode formar nuvens Cumulus que podem evoluir para as nuvens Cumulonimbus (Cb), que são as nuvens de tempestade.

Essa explicação toda é necessária para dizer que quando uma grande nuvem de tempestade está se formando, temos movimento vertical de baixo (da superfície) para cima (em direção ao céu). Como a pressão atmosférica é a força exercida pelo ar (de cima para baixo), quando temos movimento de baixo para cima, temos redução da pressão atmosférica.

Quando a tempestade finalmente ocorre, temos movimento de cima para baixo, já que as gotas de nuvem caem e criam um fluxo de ar de cima para baixo. E isso faz com que a pressão volte a subir.

Correlação termômetro e barômetro e resultados práticos:

Seguem algumas correlações entre os equipamentos comentados e uma expectativa prática para o tempo que virá. Grave algumas poucas combinações de resultado e sua remada estará garantida! 

Seguem as combinações:

AUMENTO DO BARÔMETRO + AUMENTO DA TEMPERATURA
= TEMPO BOM, COM VENTOS SECOS E QUENTES

AUMENTO DO BARÔMETRO + INALTERAÇÃO DA TEMPERATURA
= TEMPO BOM, COM VENTO LESTE MENOS QUENTES

AUMENTO DO BARÔMETRO + DIMINUIÇÃO DA TEMPERATURA
= TEMPO BOM, COM VENTO SUL E SUDESTE FRIOS

INALTERAÇÃO DO BARÔMETRO + AUMENTO DA TEMPERATURA
= MUDANÇA PARA TEMPO BOM, COM VENTO LESTE

INALTERAÇÃO DO BARÔMETRO + INALTERAÇÃO DA TEMPERATURA
= TEMPO INCERTO

INALTERAÇÃO DO BARÔMETRO + DIMINUIÇÃO DA TEMPERATURA
= PROBABILIDADE DE CHUVA, COM VENTOS SUL E SUDESTE

DIMINUIÇÃO DO BARÔMETRO + AUMENTO DA TEMPERATURA
= TEMPO INSTÁVEL, COM PROBABILIDADE DE APROXIMAÇÃO DE FRENTE

DIMINUIÇÃO DO BARÔMETRO + INALTERAÇÃO DA TEMPERATURA
= APROXIMAÇÃO DE FRENTE QUENTE, COM PROBABILIDADE DE CHUVAS

DIMINUIÇÃO DO BARÔMETRO + DIMINUIÇÃO DA TEMPERATURA
= CHUVAS E VENTOS FORTES

Embora a leitura conjunta do barômetro e do termômetro permita acertar, com bastante freqüência, as condições do tempo, não se pode confiar integralmente nesta previsão.

Principalmente no final do outono, no inverno e na primavera, ocorre um fenômeno nas proximidades na Bacia do Prata que desmente as previsões feitas a partir do barômetro: as massas polares penetram com maior intensidade e podem provocar chuva mesmo que a indicação seja de pressão alta. No Brasil, este quadro se configura desde o litoral do Rio Grande do Sul até o Espírito Santo.

De qualquer maneira, é fundamental manter-se atento à leitura do barômetro. À noite, a pressão fica estabilizada e, de manhã, por volta das 10 horas, começa a haver um declínio natural. No final da tarde volta a subir e à noite novamente se estabiliza. Este é o movimento normal, qualquer alteração deve nos alertar.

Uma queda de pressão de cinco milibares no espaço de seis horas dá o que pensar. No Sul pode nem significar tempestade mas, pelo menos, ventos fortes.

O mais seguro é ter disponíveis as médias de pressão do local segundo a época do ano e comparar com a que o barômetro registra no momento.

Cuidado na montanha!


Pascal se interessou pelos experimentos com barômetro feitos pelo italiano Torricelli. Pascal dizia que a força que a atmosfera fazia sobre o mercúrio equivalia ao peso que uma coluna de 76 centímetros de mercúrio fazia.

Para verificar se isso fazia sentido, Pascal imaginou que, se repetisse o experimento no topo de uma montanha muito alta, haveria menos ar acima da superfície do mercúrio, e portanto ela seria empurrada com menos força. Com isso, o ar não seria capaz de sustentar uma coluna tão grande de mercúrio no tubo, e assim o experimento deveria mostrar desta vez uma altura menor para a coluna dentro do tubo.

Pascal então mostrou que a pressão atmosférica diminui com a altitude? 

Na verdade, ele pediu a seu cunhado para fazer o experimento, já que em Paris, onde Pascal morava, não havia nenhuma montanha alta o suficiente para perceber o efeito. Foi então que Florin Périer realizou o experimento subindo o Puy-de-Dôme, uma montanha de 1.450 metros de altitude.

Primeiro Florin realizou o experimento várias vezes ao pé da montanha, que ficava um pouco acima do nível do mar, observando que a coluna de mercúrio no interior do tubo alcançava sempre 67 centímetros.

Depois, pediu que um padre, do mosteiro onde eles estavam, continuasse olhando a coluna de mercúrio ao longo do dia, para ver se ela mudaria de altura.

Enquanto isso, ele subiu a montanha junto com outras pessoas, levando um equipamento semelhante, e lá no topo realizou novamente o experimento, cinco vezes, em diferentes posições do topo da montanha, encontrando agora sempre uma altura de 59 centímetros para a coluna de mercúrio.

Ao retornar, confirmou com o padre Chastin que a coluna de mercúrio deixada com ele não havia se movido ao longo do dia. Pascal teve a felicidade de ver confirmadas suas ideias, mas quem se divertiu subindo a montanha e fazendo os experimentos foi Florin.

Resumindo:
- Se vai chover a pressão atmosférica tende a diminuir.
- Em maiores altitudes a pressão atmosférica também diminui.





Média da Pressão Atmosférica (
dados do INMET):
- Pelotas-RS (7m a.n.m.): 1015,2 hPa
- Caxias-RS (817m a.n.m.): 928,1 hPa
- Bom Jesus-RS (1046m a.n.m.): 898,3 hPa

Tipos de nuvens

Uma núvem é um conjunto visível de partículas minúsculas de matéria como gotículas d'água e/ou cristais de gelo, no ar. Uma nuvem se forma na atmosfera como resultado da condensação do vapor d'água. Veja esse infográfico com os vários tipos de nuvens!




Nuvens Altas


Cirrus: nuvem isolada em forma de filamentos brancos e delicados ou de bancos ou faixas estreitas, brancos ou quase brancos. Esta nuvem tem aspecto fibroso como fios de cabelo ou rabo de galo. O cirro é constituído por cristais de gelo. Normalmente, visualizamos cirrus antes de uma frente fria chegar, na linguagem popular é chamada de “crista de galo”. É a nuvem mais alta que se forma no céu, com exceção do topo das bigornas de nuvens cumulunimbus (CB) que, ocasionalmente, se formam em alturas excessivas.

Condição de tempo associada: tempo estável com aproximação de áreas de instabilidade. Normalmente, antes da chegada de uma frente fria observam-se muitos cirros, também são observados sobre a bigorna de cumulunimbus.


Cirruscumulus: banco, lençol ou camada fina de nuvens brancas constituídas por elementos muito pequenos em forma de grãos, rugas, ligados ou não; Estas nuvens são constituídas quase que, exclusivamente, por cristais de gelo; podem também existir gotículas de água. O Cirroscumulus é transparente a ponto de revelar a posição do Sol ou da Lua. Cria, geralmente, um "céu escamado", ou seja, as ondulações podem se parecer com escamas de peixe.

Condição de tempo associada: tempo estável com aproximação de áreas de instabilidade.


Cirrustratus: véus nebulosos, transparentes e esbranquiçados, de aspecto fibroso como de cabelo liso que cobre total ou parcialmente o céu e produz em regra fenômenos de Halo. O cirrustratos é, principalmente, constituído por cristais de gelo. Esta nuvem é uma boa precursora de precipitação, indicando que isto pode ocorrer num prazo de 12 à 24 horas.

Condição de tempo associada: tempo estável.

Nuvens Médias 


Altostratus: lençol ou camada de nuvem acinzentada ou branco azulado, de aspecto estriado, fibroso ou uniforme, cobrindo inteiramente ou parcialmente o céu, mas com porções menos espessas que deixam ver o Sol, pelo menos vagamente (como através de um vidro fosco). 

Condição de tempo associada: normalmente, se formam na frente de tempestades com chuva ou neve contínua. Ocasionalmente, a chuva pode partir de um Altostratus, e se esta chega ao solo, a nuvem pode se classificar Nimbostratus. 


Altocumulus: banco, lençol ou camada de nuvens brancas ou acinzentas, ou simultaneamente brancas e acinzentas, formada por elementos com o aspecto de pequenas lâminas, glóbulos, rolos, etc., de aspecto muitas vezes, parcialmente fibroso, soldados ou não e geralmente com sombra própria. Na maior parte das vezes os elementos atingem uma largura aparente compreendida entre 1 a 5  graus; estão regularmente dispostos e encontram-se afastados o suficiente para permitir ver o azul do céu entre eles, quando observados de baixo. 

Condição de tempo associada: altocumulus ocorrem em várias camadas distintas, simultaneamente e, raramente produzem chuva que alcançam o solo. 

Nuvens Baixas


Stratus: camada nebulosa, cinzenta, de base uniforme e definida. São constituídos por gotículas de água e quando espessos, podem conter gotículas de chuvisco. Podem ser tão tênues que permitem distinguir, nitidamente, o contorno do Sol ou da Lua.

Condição de tempo associada: quando produzem precipitação é sempre em forma de chuvisco. Estas nuvens podem se formar muito próximo do solo, produzindo restrição da visibilidade horizontal semelhante a um nevoeiro denso.


Stratoscumulus: camada de nuvens cinzentas ou esbranquiçadas, quase sempre com porções escuras, constituídas por massas em mosaico, glóbulos, rolos etc., de aspecto não fibroso, ligadas ou não. 

Condição de tempo associada: mantém o céu nublado e por muitas vezes com chuva fraca e contínua. Geralmente, são formadas quando há uma forte circulação marítima (ventos vindos do Oceano ou de sudeste/leste).

Nuvens de Desenvolvimento Vertical


Nimbustratos: nuvem típica da formação de chuva. Muitas vezes, sua base não pode ser vista devido ao peso da precipitação. Geralmente, estão associadas às condições climáticas do outono e do inverno, podendo, contudo, aparecer em qualquer estação.

Condição de tempo associada: estas nuvens sempre produzem chuva fraca à moderada que pode perdurar por horas.


Cúmulus: nuvens isoladas, geralmente, densas e de contornos nítidos, que se desenvolvem verticalmente em forma de torres. O topo parece, muitas vezes, uma couve-flor ou um amontoado de algodão. As porções da nuvem iluminadas pelo sol são quase de um branco brilhante; a base é relativamente sombria. O topo do cúmulo é, às vezes, esfarrapado e constituído por gotículas de água e cristais de gelo nas porções mais elevadas em que a temperatura é inferior a 0º C.

Condição de tempo associada: cúmulos bem desenvolvidos produzem pancadas de chuva ou aguaceiros; cúmulos pequenos, lembrando flocos de algodão são também conhecidos como cúmulos de bom tempo.


Cumulunimbus: nuvem densa de grande extensão vertical, em forma de montanha ou enormes torres. A região superior, pelo menos em parte, é lisa, e quase sempre achatada em forma de bigorna. O cumulunimbus é constituído por gotículas de água e cristais de gelo na parte superior. Contém também grandes gotas de chuva e granizo. Quando cobre grande parte do céu pode, facilmente, confundir-se com Nimbustratus. É responsável pela formação de tempestades, trovoadas, e em alguns casos, tornados.

Condição de tempo associada: estas nuvens produzem aguaceiros violentos, acompanhados de relâmpago, trovão e rajadas de vento moderadas a forte. Algumas vezes produzem granizo.

Como verificar se uma tempestade está aproximando ou indo embora?


Velocidade do som: 340,29 m/s ou 0,34029 km/s
Aproximadamente 0,333 km/s ou em termos práticos: 1km a cada 3 segundos.

Velocidade da luz: 299.792.458 m/s ou 299792,458 km/s
Aproximadamente 300.000 km/s ou em termos práticos: é instantâneo.

Exemplo 1:



As 17:00 você vê o raio (a luz) e depois de 15 segundos escuta o trovão (o som):
- então, naquele momento, a tempestade está a (15s/3s) 5km.

As 17:05 horas você vê o raio (a luz) e depois de 6 segundos escuta o trovão (o som):
- então, naquele momento, a tempestade está a (6s/3s) 2km.

Então a tempestade está vindo na sua direção. Em 5 minutos a tempestade se aproximou 3km. Cuidado! Em menos de 5 minutos chegará no seu local. Passou da hora de sair da água.



Exemplo 2:



As 17:00 você vê o raio (a luz) e depois de 15 segundos escuta o trovão (o som):
- então, naquele momento, a tempestade está a (15s/3s) 5km.

As 17:05 horas você vê o raio (a luz) e depois de 21 segundos escuta o trovão (o som):
- então, naquele momento, a tempestade está a (21s/3s) 7km.

Então a tempestade está indo embora. Em 5 minutos a tempestade se afastou 2km. Fique tranquilo.





Escala de vento de Beaulfort

A Escala de Beaufort classifica a intensidade dos ventos, tendo em conta a sua velocidade e os efeitos resultantes das ventanias no mar e em terra. Foi concebida pelo meteorologista anglo-irlandês Francis Beaufort no início do século XIX. Na década de 1830, a escala de Beaufort já era amplamente utilizada pela Marinha Real Britânica.




Anemômetro


Anemômetro (do grego anemus: vento) é um instrumento utilizado para medir a velocidade do ar (vento). 

Na canoagem muitas vezes olhamos a previsão do tempo e lá está escrito que terá ventos de 15 knots ou 27,78 km/h.

1 knot = 1,852 km/h

Será que essa é uma boa condição para remada?

Vamos começar a levar o anemômetro nas remadas para poder verificar as condições de vento e comparar com a previsão... Com isso teremos muito mais condições de analisar se aquela previsão do tempo permite ou não entrarmos na água para aproveitar o dia remando...


Fontes para previsão do tempo


Tem uma postagem aqui no blog sobre novas funcionalidades do Windguru. Vale a pena dar uma conferida...

Livro

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